05.jul.13
Diários de um Worklover – Parte 1
Por Odo Reginatto
Categorias: Carreira / Estratégia

Olá pessoal.

Não, este não sou eu!

Não é muito comum eu escrever textos para o blog, mas tendo em vista os últimos acontecimentos e algumas percepções que passei a ter em relação ao meu trabalho, achei interessante compartilhar algumas ideias e experiências que tenho buscado para minha vida profissional. Espero que gostem, ou não.

Quero começar explicando a diferença entre Workaholic e Worklover, com um trecho do texto do Willian Binder para o site de finanças Dinheirama. Seguem as definições do autor:

Workaholic

  • O trabalho é fonte de pressão e stress
  • Queixa-se do trabalho no fim de semana
  • Não consegue ficar longe do trabalho
  • Sente-se inseguro
  • Busca atender expectativas dos outros
  • Tem que trabalhar muito pra demonstrar capacidade

Ser workaholic é determinado por fatores ligados à insegurança e por pressões externas.

Worklover

  • Trabalho é fonte de satisfação
  • Pensa sobre trabalho e expectativas no fim de semana
  • Consegue se afastar do trabalho, apesar de que qualquer situação leva a pensar em oportunidades para ele
  • Busca realizações
  • Tem que melhorar sempre para atender suas próprias expectativas

Ser worklover é determinado por escolhas pessoais e por pressões internas.

Depois de ler estas duas definições, consegui reforçar aquilo que sempre digo quando surgem as “acusações” de que eu sou um workaholic, inclusive entre o pessoal aqui da agência (seus malvados). Afinal, tenho plena satisfação no que faço (mesmo trabalhando às vezes até 14 hs por dia), estou sempre pensando em trabalho, inclusive nos finais de semana, mas consigo criar este distanciamento na maioria das vezes e ter uma vida social. Além disso, busco com o trabalho a realização de meus projetos pessoais e procuro melhorar sempre em tudo que faço.

Isso me faz lembrar também um provérbio italiano que gosto muito, que diz o seguinte:

Quem faz o que gosta, nunca vai trabalhar na vida!

Claro que é um tanto exagerado, mas na sua essência quer dizer que pra quem tem satisfação no trabalho, isso não é um fardo e sim uma grande oportunidade de realização.

Muitos dizem que feliz é aquele que faz o que gosta, eu prefiro dizer que feliz é aquele que gosta do que faz, e que faz com dedicação.

É bem possível que eu não fique rico fazendo sites, nem desenvolvendo projetos de design, mas no momento é o que me traz satisfação profissional e me dá energia para continuar buscando novas realizações.

No próximo texto vou contar sobre minha viagem à São Paulo para participar do InterconDev WordPress, uma experiência muito boa proporcionada pelo meu trabalho.

E você, já parou pra pensar se gosta do que faz ou se faz por alguma outra necessidade (financeira, de status, para agradar alguém)? Pense e comente!

Sobre Odo Reginatto
Odo Reginatto

Um eterno designer, movido a café e música pop, Odo atualmente é diretor comercial e gerente de projetos da upside.cc. No blog ele escreve sobre carreira, tendências em design e gestão de projetos. Está sempre disposto a uma troca de ideias que venha a agregar novos conhecimentos ou simplesmente gerar umas boas risadas.

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